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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A exposição

Um fator de risco existe para o trabalhador apenas na medida em que este é exposto.
· No caso de um fator de risco ligado à segurança, a exposição pode ser avaliada em termos de duração durante a qual ou de freqüência à qual o trabalhador é exposto;
· No caso dos agentes químicos e físicos, freqüentemente é recomendado quantificar a exposição por medições do nível ou meio equivalente de exposição: concentração média sobre 8 horas, nível pessoal de exposição sonora [21, 46, 47] que leva em consideração, a duração e a intensidade da exposição.
A tendência é pensar que esta quantificação é necessária ou mesmo indispensável à prevenção e a maior parte dos manuais de higiene do trabalho está consagrado a estes métodos de quantificação.
Na maioria dos casos, contudo, estas quantificações diretas não conduzem à prevenção .Este ponto será discutido em detalhe a seguir no capítulo consagrado aos princípios básicos.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Uma metodologia de prevenção baseada de fato em comportamento!

Falar em SOBANE para alguns no Brasil é uma novidade, mas para a Bélgica ou a Comunidade Européia não é! Falar em SOBANE é um sinônimo de falar no Professor J. Malchaire, professor da Unité Hygiène et Physiologie du Travail, U.C.L., Clos Chapelle-aux-Champs 30-38, B - 1200 BRUXELLES,hoje aposentado do laboratório mas um educador de um método humanista de gerenciamento e prevenção de risco e este sim baseado em comportamento. Esta palavra Comportamento vende hoje com um Marketing, somente de venda, e pouco de entendimento, afinal que comportamento é este que é vendido por empresas de segurança do trabalho? Vendidos por verdadeiras fortunas. Então o Professor Malchaire cria um método simples, onde o trabalhador é entrevistado a dizer onde esta o desconforto, o risco, o que pode lhe causar mal, ou melhor,este mesmo, o trabalhador pode prevenir, alertando a empresa e a sociedade o que esta ruim em seu trabalho. Da palavra trabalho vem o nome trabalhador, ou seja aquele que realiza o trabalho, que conhece o trabalho e muitas vezes deste trabalho faz a sua própria vida. Este método aponta por uma visão sistêmica hoje tão falado e escrito através do Mestre Peter Senge, autor de Visão sistêmica e quinta disciplina.Há muito a humanidade tenta entender subsistemas isoladamente, não levando em conta sua interação com o todo. A visão sistêmica veio como uma evolução natural, possibilitando uma maior aproximação da realidade da ciência que estuda os sistemas E O COMPORTAMENTO DAS PESSOAS NOS SISTEMAS.
Com o passar dos tempos, observamos a necessidade de desenvolver nossa visão do todo. Tomar uma decisão sem analisar a situação num âmbito geral, pode trazer danos ao profissional e a organização, gerando assim, decisões unilaterais, isoladas, inconsistentes, sem credibilidade e com prejuízo.Ter a visão sistêmica de um problema, é saber usar a intuição, a sensibilidade, a emoção e também a razão na tomada de decisão, tendo a consciência do que sua decisão pode causar na resolução desse problema e quais conseqüências podem trazer. Analisar atentamente cada detalhe, nos fará escolher a decisão, as quais consideram ter o resultado mais positivo mas principalmente ouvindo aqueles que formam o mais importante subsistema do trabalho, o que nos atrevemos em muitas vezes chamar de - chão de fábrica, ouvir (Participar) o trabalhador e neste buscar o que decidir.